pensamento complementar 67
Pensamento complementar 67
A população esperava pelo comunicado do G8… os oito países mais ricos, não querendo dizer mais cívicos em relação ao resto do mundo, davam inicio a uma reunião magnânime sob que fazer em caso de perturbações ambientais, regionalizar o planeta, estabelecer fronteiras entre os restantes que não comungavam das mesmas opiniões que essa célula do G8… simplesmente eram retraídos pelos países mais ricos, mesmo alguns reprimidos pela maior parte da população social/não do planeta… debatiam-se muitos protocolos a serem votados, protocolos de uma indução de querer o melhor para o mundo, menos para as minorias que eram reprimidas ao som das sirenes e da força dos bastões… cocktails molotof, rasgos de complacência, jactos fortes de água, baleamentos de borracha e gás lacrimogéneo… instaurava-se assim uma união dos povos em relação ao domínio de outros discordantes do que seria o tomar de decisões por alguns em relação a outros… pior que uma guerra civil, onde só os fracos eram reprimidos… de repente uma voz soou mais alto e o boato foi lançado e lancionado contra as decisões da maioria uniformista e unificadora de decisão em relação ao padronização dos debandados… a indignação cresceu gradualmente ao som do pagode… a liberdade estava ameaçada… não como de uma democracia se tratasse, mas sim da força e intervenção de quem morava a despertar para a vida… os reprimidos eram mas sob matéria de discórdia o povo da media sociedade, outros se não sentiam reprimidos porque eram feitos para concordar com as decisões estipuladas por células como o G8… no entanto não se sentiam, mas estavam a ser reprimidos silenciosamente… debatia-se a liberdade… o que era liberdade? Seria viável essa liberdade autocrática?, ou seria só um calar de almas que não conseguiam conduzir e demarcar as opiniões?
A minha opinião não decidida como permanente e a adoptar por longos cursos e percursos e ao mesmo tempo intrangigentes seria o colmatar de falhas, feitas de saturação, de falta de ética, contra o gradiente formulado em França que se opunha á apoderização de leis em relação a outras populações…e passa mais sobre o induto de uma chamada de atenção de um velho amigo meu… que passo a citar… “a liberdade começa onde outra acaba”--- tenho concordância e não concordância, pois ninguém tem de prevalecer sobre ninguém… para mim, essa a verdadeira liberdade… quando nos sentimos retraídos e estarmos impotentes, devemos aspiar por este pensamento… que a liberdade, não é só uma forma de se estar na vida, mas sim de ambição em relação á preocupa/modifica/compreensão

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