segunda-feira, 7 de maio de 2007

pensamento 61

Pensamento do dia
A força celeste invoca o bastante a tornar-se real… olhamos o astro e sentimos que desenvolvemos o sentido da visão no sentido outrora realizado por nossos parentes ancestrais… ao olharmos para as estrelas e tentar fazer ligações entre elas é desenvolvermos a capacidade de olhar o futuro remanescente que atravessa todo a nossa forma de ver e comparar e caracterizar tudo o que faz parte da imaginação que carrega o dom da compreensão do que não se vê, mas do que se toca… deito-me relaxado no chão, foco um ponto ao acaso, aponto o dedo indicador e penso não na estrela a que estou a apontar, mas da constelação inteira e partida da nossa inigualável percepção de olhar as coisas, sermos aéreos e pouco individualizados… olho… e já vejo a ursa maior, a cassiopeia, como olho paras as nuvens ao sabor do fim de tarde e me completo com o horizonte… vejo nuvens com formas de animais, vejo a extensão do horizonte e tomo o conceito de chamar mar ao que vejo… as mistura de cores que acontecem a um pôr do sol num dia de verão, áspera-me na condição de olhar para uma obra de arte, uma pintura de um quadro talvez, a fotoenergia que sai de mim é sobre celestial e quando estes encontros com o que está para lá do simples conhecimento que não é mais que hipotecário, e feito de hipóteses, assim me determina a minha sugestão mental para o olhar mais uma vez… ver e aspirar em retirar boas atracções… para me sentir uma pessoa diferente como penso que todos devem ser… a ideologia da evolução inadaptada é o que me faz sentir as variações e não cópias que resultam da ancestralidade do senso comum… tentemos então ser mais diversos

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