domingo, 3 de junho de 2007

Pensamento complementar 83

Pensamento complementar 83
O desespero reformado da inquietude de uma pessoa é reacção da universalidade do que constituímos, e está integrado na natureza de não saber o que é mais correcto, controlado, há um investimento em dada área de relevo inóspito, conseguindo a alusão á diferenciação do que não é controlado pelo nosso desejo de querermos o que não alcançamos… a indiferença é identificada e muda por completo a nossa matéria neuronal… querermos não querermos, isso é indiscutivelmente o que é lacto e não abrange o objectivo nunca antes concretizado por nunca se ter esse valor intimamente ligado a nós ou por nunca termos feito um esforço para o alcançar

Pensamento 83

Pensamento do dia
Tenho um coração mole, doentio e ás vezes perturbador em relação-causa, impulso-reflexo… deixo-me navegar á deriva, sem fio nem pavio, de um coração flamejante, frágil, incandescente, progressivo e motor da minha automática forma de me recriar e acompanhar a lucidez de um romance, de fazer parte dele, mesmo que ilusoriamente, incansável e silencioso, coração que se parte e reparte pela simples forma de me deixar ir ao balanço do que são o acumular de dias e horas e minutos, de fácil acesso ao toque e descontrolo que leva enfim á leviandade incessante de sentir, por vezes com alguma incongruência, não classificável e reveladora… um coração que me leva a pensar na fragilidade de mim aqui e agora

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Pensamento 82

Pensamento do dia
Porque somos como as vacas, andamos a pastar em lameiros com erva fresca, vistosa, húmida, com poucas carências nutricionais e ricas em valor calórico, expresso este pensamento que é o que nós vivenciamos a cada dia que passa, os sentidos, olfacto, visão audição, tacto, toque é fonte de emissores que são recebidos no consciente pelo que captamos, somos então como a vaca que anda a pastar, corta a erva, remete-la para um saco e quando está nas suas cestas, rumina o que pastou, leva á boca a erva e decompõem-na em moléculas mais pequenas para serem absorvidas e servirem de resistência e energia para um novo repastar… é alusivo a vaca e o homem, pois o homem capta a partir dos sentidos estímulos, actos, observações e remete-as para o nosso inconsciente e subconsciente e em termos de preservação do que queremos guardar para nós surge em momentos inoportunos ou oportunos, a essência de trazer para um lóbulo qualquer situado no cérebro a consciência do desenvolvimento do nosso consciente, é isso que nós damos conta de que aparece e lhe chamo de alma, alma não é espírito, alma não é mais que o pensamento mecânico de captar e pôr em foco, é isso que chamamos de pensamento… a opção viril e garrida de pensarmos é sentirmo-nos vivos e com pujança para continuar a pensar cada vez mais e melhor