Pensamento do dia
A minha liberdade não deve ser posta á prova e não têm nenhum rótulo a dizer VENDE-SE
O verdadeiro sentido de escrever sobre temas como "pensamentos" é dar a conhecer "novas" e posições e formas menos abrangentes da outra face da moeda
A minha liberdade não deve ser posta á prova e não têm nenhum rótulo a dizer VENDE-SE
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Pensamento do dia
Sexto dia de Queima das fitas, o pessoal anda todo maluco e nunca vi tanto desporto em que se transformou esta época intemporal da semana académica… porque se procura a alguém que dia é e ninguém sabe responder… a baralhação e confusão de ideias é tanta que o pessoal só sabe dizer quem vai actuar… ontem foi buraka, hoje tunas e amanhã outra grande bubadeira… espero não estar a criar injurias ao debater este assunto com a maior das predicções…. Á que haver um pouco de consciência, esta época é má e por mais má que seja dá lugar a loucuras, devaneios, e anda o pessoal todo marado sem cumprir o relógio biológico, se ele existe na natureza como lhe chamamos… bjinhus e abraços académicos
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pingoxixo
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Pensamento do dia
Correio da carochinha….
Procuro mulher, assim não interessa muito a idade, se preencher os meus requisitos…
Homem nobre, procura sua cara metade, para possíveis relações sérias e estreitas, apaziguado pela inocência e ingenuidade deste situ ao qual habitamos e reservamos para manchete do diário, mulher possessiva, rica em dinheiro e espiritualmente, que dê assim linguados bons e longos, que possua paixão avalassadora e que também saiba manejar a vassora, se és essa pessoa, procura por mim… tou no sitio do costume…
Agradece-se que a pessoa tenha a referência de onde me deve procurar e para além disso que tenha um pezinho delicado, para calçar um sapato que outrora foi da minha mãe, usado pela minha irmã mais nova e que ao calçar e se servir a esse pé, fica com o sapatinho como devoção da minha equitatidade de valor que quero com a qualidade de vida, devida…
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pingoxixo
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“Ornatos Violeta”
Não quis guardá-lo para mim, e com a dimensão da dor, legitimar o fim, eu dei, mas foi para mostrar, não havendo amor de volta, nada deve a fonte de secar, mas ter pior e quem sou eu para te ensinar agora a ver o dia claro de um dia mau… eu sei a tua vida foi marcada pela dor de não saber aonde dói, mas ver-te bem, não ouve a luz do dia, quem não tenha provado o trago amargo da melancolia, então rapaz, então porquê a raiva, se a culpa não é minha, serão efeitos secundários da poesia, mas para quê gastar o meu tempo a ver se aperto a tua mão, eu tenho andado a pensar em nós, já que os teus pés não descolam do chão, e dizes que eu dou, só por gostar, eu vou dar-te a provar o trago amargo da solidão, eu tenho andado a pensar em nós, já que os teus pés não descolam do chão, dizes que eu vou, só por gostaaaaaaaarrrrrr, eu vou dar-te a provar, o trago amargo da solidão…é só mais um dia mau, mau, mau, é só mais um dia mau, é só mais um dia mau, é só mais um dia mau………………………………………………….
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Pensamento do dia
O retorno a estados anteriores da nossa vivência em civilização, pode ser o tilintar de uma personalidade personificante… chamo-lhe resiliência em conecção com a resistência por nós criada… é perturbador mas ao mesmo tempo claro como a insipidez de uma água, transparente, sem aroma, e sem cheiro… das montanhas percorrendo rios e ribeiras, alterando a topografia e relevo, furando por um sitio e sedimentando por outro… á que se chega á saturação e há uma volta no ciclo em que as preformações depois de alteradas, chegam ao ponto nulo da movimentação e alteração do derivar de um rio… tudo o que por nós é passado é sempre relevante em termos de identidade… voltamos a rituais que já dantes eram possuídos por cada um de nós… e o grande sensacionalismo é predicado de uma proposição, uma proposição em uma condição… qual é a nossa condição em termos de sensacionalismos fastidioso, que nos divide?
A capacidade nata de querermos e alcançarmos depende sempre das nossas motivações, implicamos nos e traçamos objectivos, se conseguirmos cumprir metade dos objectivos, ficamos confortados pelo simples lutar em que a progressão é inevitável… somos indomáveis e isso é predicção do choque por nós próprios instituídos… somos organismos e dependemos do nosso organismo e do organismo dos outros… precisamos de todos e de ninguém… mas acima de tudo se acreditarmos nas questões que se põem é meio caminho percorrido, para o que querermos que se realize… á que continuar na luta
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Pensamento complementar 78
Como se originou a vida? Existem teorias… mas a mais incrível é a que vou passar a relatar…
João e o seu pé de feijão
Á muito tempo atrás havia um menino chamado João que subiu a uma árvore que dava feijões… subiu, subiu, subiu até que chegou ao ponto alto e montou-se numa nuvem, deu-lhe u pouco de gás e a nuvem foi ter a um espaço que era habitado por um gigante que tinha galinhas que postulavam ovos de girino de galinha (eram de oiro) …
Pegou em três e desceu o feijoeiro, teve 5 semanas com as nalgas em cima dos ovos a chocá-los e eles deram origem a galinhas que eram mais parecidas com patos, essas galinhas andavam nas albufeiras e elas também postulavam ovos de girino de rã… os girinos tiveram o seu desenvolvimento e as suas metas e invadiram a parte terrestre que tinha sido formada por um peido de galinha… ora o João ao ver tamanhas aberrações da natureza pegou numa palhinha e soprou para dentro da cloaca das rãs… elas encheram os alvéolos e os sacos aéreos e explodiram, dando origem ao ser humano… a partir daí já mais ou menos se conhece a lenda do magico sandokan… formou a mulher e o homem e eles copularam e deixaram de ser ovíparos para se tornarem viviparos
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Pensamento do dia
O significado que retiramos das palavras é absorto, porque utilizamos palavras que se revestem em expressões e são fidedignas ao complemento das pessoas que em pormenores pensam… uma palavra como prenda ou presente é dita vulgarmente de uma forma nunca antes pensada, porque o valor das palavras deixa transparecer a ideologia de um individuo ou individualidade e descodifica a pessoa em si entrosada, porque falamos em prenda quando queremos uma forma de modo comum á simples convergência de posições, queremos significar como presente em nada que é oferecido a alguém e é mais valoroso que o material em si porque vamos a uma festa e estamos presentes para dignificar alguma pessoa ou significação pessoal de algo que partilhamos em conjunto… em prenda tira-se outro significado… a prenda que já tem uma vertente mais material e menos emocional, e que faz parte de recordação que é convencionada á prenda que recebemos…
Estar presente e oferecer uma prenda é o mais lógico, pois se perdermos a intenção de se qualificar u momento de uma forma mais espiritual passados uns anos depois, temos a recordação material de que derivamos da saudade de tempos remotos e esquecidos por falta de repetição ao nível da mente, porque temos memorias a curto, médio ou longo prazo e damos a cada saudade a repetição de se querer mais e mais e muito mais que um simples objecto ou recordação
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Pensamento do dia
O sistema auto-imune de um individuo não se reporta só a nível celular, o ambiente carrega o homem de variações impulsivas… no que acho um conceito de imune em relação ao comportamento também… a capacidade de adaptação é essa forma que nos leva a moldar fisicamente e psicologicamente…porque não somos o que éramos á 5 anos atrás, nem á 2 anos, nem ao que fomos ontem… há um acompanhamento gradativo da nossa consciência em relação a nós, é essa a nossa capacidade imune de sermos críticos quando não conseguimos comportar/suportar determinada coisa… convênciamos-nos então em outras formas de pensamento regulados por a nossa psique… realmente o poder de adaptação é mais ligado aos primatas que aos humanos, é por isso que eles se adaptaram e evolucionaram para formas mais puras e sem ramificações… porque os nossos antepassados eram primatas… o que seremos depois de sermos humanos?
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Pensamento do dia
Caro leitor, a intensidade que eu imprimo nas palavras de pensamentos, é muito refinada, pois o objectivo fulcral de escrever pensamentos é fazer deles uma conduta continuada do que quero expressar para mim, só depois para o leitor, devido a talvez incongruência que passa na mente das pessoas, o despertar para a vida é necessário e o tipo de escrita por mim empregue é propositadamente rica em vocábulos, da nascente á fonte… temo a necessidade de o expressar e tento não utilizar muitas pontuações sinaléficas ou outra estratégia de escrita, porque pretendo autocultivar-me ou pôr á disposição o que aprendi, tento fazer um investimento das palavras que uso, para as manter na voga do meu vocabulário que utilizo também nas conversas que tenho.. ás vezes puxa-me a vulgaridade das coisas, mas depressa denoto que o meu pensamento é muito mais complexo que essa maneira de inclusão… porque foco-me nas palavras e dou-lhes u sentido e porque tenho bastantes influências a nível de estratégia de escrita/linguista… baseio-me em teorias tanto de astrofísicos como de um vulgo poeta de rua, que tento espelhar neste meio monofásico de empreendedorismo linguístico… como me desperta a curiosidade de perceber o comportamento das pessoas e a auto personificação de intérpretes… quero passar a mensagem das perguntas que me faço e o que tento responder…. Até agora recebi poucos feedback, talvez pelo desinteresse das pessoas não querem saber da sua história pessoal, que eu alerto para todos que é construída pelas simples maneiras como falamos ou nos comportamos ou nos aturamos, a saturação de um ou outro pensamento é a honestidade que impelimos ás coisas que contactamos e ao olho nu do caro leitor que de vez em vez navega para este espectro e não entende pevas do que escrevo, espero que desenvolva algo que nunca tentou, pois ao acreditarmos em nós, temos ideias e despoletamos o nosso dom… de modo algum estou a tentar despedir-me deste blog, pelo contrário… a terapia deste pensamento é mesmo renovar energias, explicar a continuidade desta devassidão e passo a mensagem para que os leitores realizam sempre e a cada dia que passa uma essência que nos faça pessoas motivadas para o dia a dia
Por agora despeço-me e até amanhã…
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Pensamento do dia
Que será deste mundo constituído de formas mórbidas e não conclusivas, mortificantes e tão ligadas a um mecanismo auto imune de acção controlada que revela o temor deste gratificante lugar… o medo, a repressão e a inquietude de se saber que não se progride através de uma solidão furtiva e pouco sólida… precisamos todos uns dos outros e não se consegue uma comutatividade deveras abrangente se continuarmos a viver de uma forma rotineira, uniforme e sem humor que carrega o humanismo dos nossos tempos… á que arranjar uma ligação rápida e relação extremosa para o que queremos ou não que aconteça… a chuva cai a rebate nas poças e só pensamos nela… inviabilidade, talvez ou sim…
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Pensamento do dia
Hoje, para variar um petit de peau, vou passar a classificar o ser humano, permanente animal com (ir)racionalidade, que para isso é preciso um olhar atento e perspicaz, porque o ser humano que nunca se devia replicar a um conceito, eu o farei… em tudo e em nada temos parecenças com os animais ditos de irracionais… porque gostamos de apanhar os primeiros raios de sol do dia, que é o que é mais benigno, sem nunca olhar para ele, porque induz a retina e em particular a íris a condensar ou a difractar e isso leva ao cansaço extremo que não devemos aplicar a este órgão tão importante e laborioso que são os nossos olhos… passando á qualificação ou classificação, gostamos de sol para aquecermos partes de nós que nos dão conforto em dias de primavera em que nem sempre o sol está em abundância como era de desejar… somos inergumes gravitacionais deste meio em que estamos, em que praticamos e desenvolvemos o nosso cariz pessoal… somos excesso de pessoa e dado que nos sentimos com essa forma de classificação temos que reverter essa coisa negativa que nos atinge no conceito e sairmos da inerguminez que nos domina e é tão saturante… plenos na vida, temos que progredir nela
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Pensamento do dia
Vamos aguar o tempo… que está muita humidade relativa… o tempo está desaguado e nós temos que o aguar, senão ficamos agoniados e deprimidos… a depressão? Onde paira ela? Vamos fazer uma forcinha e dar lugar a um tempo chuvoso, que água molha o substrato…. E do substrato há formação de vida
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Pensamento do dia
O flash contínuo a que estamos expostos tecnicamente, é inviável no modo de constituição de nós próprios… uma corrosão constante e inigualável a que não podemos fugir, alterar ou modificar… porque assim nos determinaram que fossemos esse objecto de repulsa/atracção, comparável a objectos inanimados que rapidamente tomam vida com o intimo flash… aqui, não conseguimos, por mais que queiramos ter controlo de nós próprios ou mesmo do nosso comportamento… somos cães de Pavlov e para sempre seremos… então que sejamos como condição humana de que a Pavlov pertencemos… delimitamos uma fronteira entre o agir/reagir… entre o estar preparado ou com reservas… estes antagonismos personificados e restritos á nossa pessoa, fazem com que haja uma evolução, por mais que seja diminuta de nós próprios… para acordarmos a rir, para termos estados abertos, para termos confiança em nós e arranjarmos de alguma maneira arranjar um pouco de alegria aos que connosco partilham a intimidade de serem as primeiras pessoas do dia que connosco contactam… o flash, nada mais que um arrefecimento progressivo do comandar ou ser comandado a nível do sorriso e do bom dia
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“O Fio da Navalha”- W. Somerssette”
Relata a história baseada num livro que meu pai me ofereceu, nos meus 24 anos que passo a resumir…
Um magnata, o filho do magnata, uma mulher filha de uma senhora de bons costumes e bem economicamente, tio Elliot Template e Larry que disputava o amor dessa mulher com o filho do magnata… Larry, um homem recém acabado de cumprir o serviço militar, desinteressado pela vida feita de rotinas e escolhas e caprichos que os outros tomavam dele, que poderia ser amado pela mulher e que ao sair do serviço militar pôs-se a percorrer a Europa, conhecendo novas culturas, tradicionalismos, experimentando novas crenças para se descobrir… Elliot Template, um diplomata nato que organizava festas de reunião entre famílias e monotorizava/moderava/que trabalhava a logística, para essas reuniões… nessas festas falava-se de obras de arte que decoravam espaços, decidiam-se os amores, comungava-se á boa maneira de bons vivants as conversas que uns assistiam mais silenciosamente e que outros opinavam mais, dessa essência de festas e artificialismo, nasce em Larry a intenção de procurar-se a si mesmo, de construir a sua personalidade, de procurar a sua intenção espiritual, viajou por vários sítios, acompanhou novas formas de vivência, trabalhou nos mais estranhos e diversos ofícios… o magnata cujo pai morrera cedo, mas ainda teve tempo de reunir condições para que o filho tivesse uma estabilidade económica e se casá-se com a filha da senhora da social hight apesar dessa mulher estar apaixonada por Larry e querer fazer a vida com ele… a história conta os relacionamentos entre pessoas, a reunificação do que se pretendia para as diferentes pessoas, o distanciamento derivado a Larry e a sua intenção de descobrir novas…. Põe em causa as intenções de Larry e o seu desprendimento dos valores de relacionamentos banais e da escolha que fez em viver em total aura, da sua aura, do contacto com novas populações, do valor do trabalho primário, e da valorização da pessoa independente do seu estado social ou dos seus bens económicos de estabilidade… Elliot, o eterno diplomata que queria ver a sua sobrinha bem casada e bem financeiramente independentemente se amasse ou não a pessoa a quem se juntou que era o filho do magnata, a infelicidade deste por saber da constante preocupação em relação a Larry… Elliot que acabou sozinho por não conseguirr realizar o seu objectivo de ser reconhecido pelas pessoas hight e a sua morte baseada em solidão silenciosa e embaraçante para ele… a casa de férias de elliot que era frequentemente emprestada ao casal…
Comment:
esta novela, a meu ver faz a distinção conceitual entre o que é e o que devia ter sido, da saturação da vida em pleno e materialmente, de casar os bons com os melhores, este binómio, esta discrepância, estes extremos, estas vicissitudes de cada pessoa em querer ter aceitação e reconhecimento pelas pessoas, e o acreditar no Eu que Larry tinha intrinsecamente e permanente no seu interior… a felicidade das pessoas em quererem alcançar algo que não seja depreciativo por parte das outras pessoas, o juízo que elas tomam de cada um…. Um livro interessante que relata o mundo em que vivemos, de imagem exterior, de beneficio de causa, da relevância do ser neste mundo que não é efémero e da realidade do valor que cada pessoa tem e o investimento que faz para uma vida precária e socialmente pobre e malcheirosa…
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pingoxixo
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Pensamento do dia
Os encontros a que estamos sujeitos com origem de estarmos num lugar e sermos surpreendidos por pessoas que contactamos pouco, fruto do distanciamento temporal que é factor de evolução, traz-nos recordações de anteriores momentos em que convivíamos num clima com grande abertura de partilha de sentimentos…é salutar o desprendimento de acontecimentos que já lá vão, é rotura na ligação quando nos prendemos a sentimentos passados que são base da recordação, e pensarmos no futuro de cada pessoa como única, pois o desenvolvimento da pessoa depende da sua progressão nesta vida, onde reúne vivências autónomas e apreciativas, para não nos sentirmos deslocados e mantermos uma posição em relação ás amizades que tivemos, rejeitarmos se quisermos rejeitar, ou aceitar… o discurso que se tem quando apanhamos pessoas que não vemos á muito tempo pode derivar para, o que andas a fazer de momento, lembras-te de nós á meia dúzia de anos? Como nos comportávamos, o que dizíamos, o que sentíamos, a envolvência e o tempo que era partido em mais que um encontro no mesmo dia… revelamos-nos humanos e não nos sentirmos um pouco discretos, procurar o choque de emoções, mas de uma metodologia leviana… encontros e desejos, ambições e realização, manutenção e convívio, amor pela pessoa e libertação… não conseguirmos nunca revolver esta forma de sentir adaptada a um tempo mais tardio
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Pensamento do dia 20/05/07
Há datas que situamos/associamos a acontecimentos que marcam a nossa consciência e que se repetem pelo menos uma vez por ano…. Os nossos aniversários, os dos nossos amigos mais chegados, o nosso baptismo crinal, a primeira comunhão, a morte de pessoas que nos deram muito, e nos marcaram de diversas formas, de um simples ganho de uma coisa que á partida não estamos á espera, o nosso primeiro amor, o fim de outro amor e o reconhecimento gradual do melhor amor, a nossa primeira vez que inauguramos (sermos os primeiros) qualquer coisa como um transporte publico, a nossa evolução gradual, eventos que nos dignificam e nos orgulhamos de os termos experimentado, um olhar diferente para uma loja de roupa, o nosso primeiro encontro com uma pessoa que nos é desconhecida e se torna na melhor amizade ritual, de que nunca esquecemos, tantas e muitas coisas que nos marcam pela alegria e pela tristeza de um dia normal… É o recordar desses acontecimentos e a saudade que é investida pelo nosso humanismo e sistema imunitário abstracto que nos regula a consciência e que nos faz investimentos graduais ao nosso dia a dia… é preciso uma regulação urgente do que realmente queremos recordar tanto para a nossa auto estima e boa aura…como para a nossa aprendizagem que pomos em prática logo que nos é possível… este modo de tornarmos coisas banais aos olhos de nós próprios e as transformarmos com a nossa sensibilidade em coisas grandiosas nos apura o dinamismo para aperfeiçoarmos o que é quase vestigial por falta de uso e trabalharmos dia a dia essa essência que em nós lhe denominamos por contra a inércia de alguma coisa a realizar…
Épocas também nos tocam, por exemplo um estação do ano que nos deixa confortoVs desconforto como por exemplo um Verão que realizamos coisas que nunca mais vamos esquecer… chamo-lhe de por exemplo um verão quente, não pela temperatura do ambiente, mas pela temperatura que lhe damos… já vivi verões quentes
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Pensamento complementar
Na pacatez do meu silencio, oiço a tua voz,sinto o teu olhar penetrante e teus lábios de mercúrio e teu rosto de mil sois, recordo-os a todo o instante... ai e se tu apenas chamasses, eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás... eu diria... Eva dança comigo... ai e se tu apenas chamasses eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás... eu diria... Eva dança comigo... e em tons de arco iris, como eu te vejo, como permaneces no meu pensamento, e ao longo deste tempo em k agora me revejo, continuas a ser o meu alento... e se tu apenas chamasses eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás, eu diria EVA dança comigo Na pacatez do meu silencio, oiço a tua voz,sinto o teu olhar penetrante e teus lábios de mercúrio e teu rosto de mil sois, recordo-os a todo o instante... ai e se tu apenas chamasses, eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás... eu diria... Eva dança comigo... ai e se tu apenas chamasses eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás... eu diria... Eva dança comigo... e em tons de arco iris, como eu te vejo, como permaneces no meu pensamento, e ao longo deste tempo em k agora me revejo, continuas a ser o meu alento... e se tu apenas chamasses eu estaria ao teu lado contigo, embalava num sonho antigo e um dia deixamos detrás, eu diria EVA dança comigo
"Jerónimo e os Cromanhons"- Fundon
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Pensamento do dia
Deixa-me habitar um pedaço do teu coração
Deixa-me dar-te mil amores campestris
Deixa-me conduzir até ao espaço para estarmos a sós
Deixa-me partilhar palavras que me devoram só de pensar em nós
Deixa-me colher a planta que dá alegria á tua vida
Deixa que abdique de tudo só para te ter
Deixa-me pertencer ao teu mundo e ser importante para ti
Deixa-me sofrer quando tu sofres
Deixa-me ter contacto em tudo o que tu tocas
Deixa-me correlacionar com o teu mais bem querer
Deixa-me receber tudo o que eu te dou porque…
Sou teu
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Pensamento do dia
O sonho com base em utopias não é esclarecedor, nem traz resultados a nível físico, porque a utopia é o próprio sonho, que se divide em arranjos de caracteres e algoritmos, a codificação e a tentativa de gerar algo é muito aérea… alimentamos e aumentamos o desejo a partir da rotura de ligações e perfazemos a cultura com base em substrato… construímos o caminho da concretização e alegramos nos com isso. Mas a felicidade continua a mesma, porque um sonho utópico leva-nos á magia da exploração do que vamos delinear ao acordarmos… a monotonia e quantidade emocional é baixa, e a eficiência máxima, mas por sermos constituídos de utopia podemos optar por um caminho diferente em que a eficiência se altera, o produto é critico e a eficiência baixa, mas abarcamos uma percepção completamente diferente e que também traz discernimento a pensar o que queremos mesmo para nós… será que a vida que levamos vale mesmo a pena?... ou procuramos a baralhação para provocar uma barreira entre pessoas… decerto não sei a resposta mas posso inferir sobre ela, trazer hipóteses que podem ser hipotecadas, ou levar ao acontecimento erróneos que nos trazem simpatia, e alegria para um novo dia a nascer
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Pensamento do dia
Estou num tempo de mudanças, que chocam comigo e me deitam a baixo por vezes… mudanças bruscas que tem que se ter uma adaptação rápida para não se perder o barco que me leva ao destino que há muito tempo espero… a data é a indicada para o despertar da mente que por vezes se situa num estado sem alteração, sem o acompanhar dos tempos, uma mente insaciável de permanecer em estado bruto… só um esforço sobrenatural da minha essência me pode transportar para actualizações sucessivas e benéficas para o acompanhar nesta viagem que deve exigir algum trabalho de rapidez que tenha poucas oscilações
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Pensamento complementar 67
A população esperava pelo comunicado do G8… os oito países mais ricos, não querendo dizer mais cívicos em relação ao resto do mundo, davam inicio a uma reunião magnânime sob que fazer em caso de perturbações ambientais, regionalizar o planeta, estabelecer fronteiras entre os restantes que não comungavam das mesmas opiniões que essa célula do G8… simplesmente eram retraídos pelos países mais ricos, mesmo alguns reprimidos pela maior parte da população social/não do planeta… debatiam-se muitos protocolos a serem votados, protocolos de uma indução de querer o melhor para o mundo, menos para as minorias que eram reprimidas ao som das sirenes e da força dos bastões… cocktails molotof, rasgos de complacência, jactos fortes de água, baleamentos de borracha e gás lacrimogéneo… instaurava-se assim uma união dos povos em relação ao domínio de outros discordantes do que seria o tomar de decisões por alguns em relação a outros… pior que uma guerra civil, onde só os fracos eram reprimidos… de repente uma voz soou mais alto e o boato foi lançado e lancionado contra as decisões da maioria uniformista e unificadora de decisão em relação ao padronização dos debandados… a indignação cresceu gradualmente ao som do pagode… a liberdade estava ameaçada… não como de uma democracia se tratasse, mas sim da força e intervenção de quem morava a despertar para a vida… os reprimidos eram mas sob matéria de discórdia o povo da media sociedade, outros se não sentiam reprimidos porque eram feitos para concordar com as decisões estipuladas por células como o G8… no entanto não se sentiam, mas estavam a ser reprimidos silenciosamente… debatia-se a liberdade… o que era liberdade? Seria viável essa liberdade autocrática?, ou seria só um calar de almas que não conseguiam conduzir e demarcar as opiniões?
A minha opinião não decidida como permanente e a adoptar por longos cursos e percursos e ao mesmo tempo intrangigentes seria o colmatar de falhas, feitas de saturação, de falta de ética, contra o gradiente formulado em França que se opunha á apoderização de leis em relação a outras populações…e passa mais sobre o induto de uma chamada de atenção de um velho amigo meu… que passo a citar… “a liberdade começa onde outra acaba”--- tenho concordância e não concordância, pois ninguém tem de prevalecer sobre ninguém… para mim, essa a verdadeira liberdade… quando nos sentimos retraídos e estarmos impotentes, devemos aspiar por este pensamento… que a liberdade, não é só uma forma de se estar na vida, mas sim de ambição em relação á preocupa/modifica/compreensão
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Pensamento do dia
Acalentar corações duros não é fácil, é preciso ter um coeficiente emocional muito forte, para se tentar compreender a nossa pessoa que está bem pertinho de nós… salvo erros de personalidade e de personificações e vejo que como em tudo a referência que vou dar é uma cadeira importante da vida como o desenho técnico e ao desenho descritivo, fazermos óvulos, ovais, elipses, hipérboles, mediatrizes e formas geométricas… que nos dão a sensação que são medidas que se constroem apenas com um simples compasso e dizem tanto sobre a estrutura física e movimento dos astros… calcularmos diâmetros e traçar rectizes é a utilização menos dispendiosa, mais arcaica e mais comum… sabermos que uma elipse está associada á nossa via láctea, que a parábola reverte em desenho gráfico, que o óvulo e as ovais nos dão a impressão dos pólos terminais dessa estrutura… tudo isso se faz também em cálculos matemáticos, análise descritiva, metamérica não é de rejeitar, as formas redondas são decisivas para todo o conhecimento da mecânica do planeta e tal… por aqui tinhamos muito que extrapolar, pois dependia muito da dimensão que se quisesse mostrar a estrutura, a matemática com os integrais a guarnecer todo o método aplicativo, para a boa performance, eficiência, libertação de ideias e produção… há que ter em conta que o meio físico é o que nos comanda desde o astro até ao simples objecto como uma roda… preciso conhecer planos de simetria e avançar com a ideia para a frente… estados sólidos e semi-sólidos
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pingoxixo
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Pensamento do dia
Nos lugares mais recônditos do nosso ser temos uma alma, uma alma que faz parte de nós, nos obriga a pensar, agir, comportar das mais diferentes formas e a mistificar pela descodificação o nosso parecer em relação a nós
Conta a história que uma alma do universo estava dissipada e absorvida na mais longínqua distância de nós, em plena desintegração da energia e acomodada a encontrar um pouco de substrato ou matéria orgânica para a habitar… essa alma encontrou a sua irmã gémea, algures no mais fundo de uma pessoa… essa pessoa chamava-se Juniperus e sai o conto daqui…
Juniperus- Reginaldo, algures na tua essência factual, na tua inocência, no que te dá alegria e prazer, sofrimento e saturação tem revelado o que tu és e do que fazes parte, um mundo só teu, inatingível por mais ninguém e que te dá o sabor para a tua jornada que começou desde que tu te conheces como humano…
Reginaldo- de que forma pôs as tuas ordens de ideia? Não sou mais que um sonhador que anseia simplesmente ser uma pessoa autónoma na vida e praticável dos meus instintos… sou o que sou e não quero a achega dos teus conselhos em relação ao meu perfil e á maneira de me constituir fazendo parte do mesmo mundo que tu…
Juniperus- Mais que a derivação que eu te possa incutir, essa forma de dispersão, activação do barulho e descoordenação de ti, mais que a conceptualização e tua interpretação, só se realiza alguma coisa se quiseres muito essa coisa, transforma-la na prática o teor da tua alma
Reginaldo- È deveras desesperante a amplitude e ampliação que fazes ocultamente, mas sem demoras no que respeita á tua interpretação existencialista, transmites tudo de bom e tudo de mau sem rancor, despreocupadamente e talvez de uma maneira subversiva tudo o que transformas e que…
Juniperus- Pára, não te consigo apoiar nos teus desejos, caprichos e engrenar-te em objectivares sobre uma só conduta que te leve a conhecer o outro ser que há em ti
Reginaldo- Preparação está ainda muito longe da tua procura incessante da verdade
Juniperus- a alma que eu cultivo em mim não deixa que transpareça a minha vicissitude em relação ao nada, ao vazio, ao sentimentalismo despravado e á unificação tua e para ti como uma pessoa, vulgo indivíduo
Reginaldo- A parecencia e a absorvitividade de que tu falas não transmite o que realmente sentes, pois não?
Juniperus- O que sinto não é mais que um crepúsculo químico que se evapora e me torna a habitar, um átomo que ocupa toda a matéria
É disso que somos feitos, átomos, energia e sentimentalismos despravados, consonâncias medonhas , e pieguice, qual não é a pessoa simples e piegas que não ama?
Eu consigo ter competência para amar…
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pingoxixo
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Pensamento complementar 65
Á pouco ouvi uma locutora de uma rádio local com uma voz intimista e agradável a relatar pensamentos continuadamente sem qualquer fervor, nem aparência… toques curtos e extensíveis da sua melodiosa voz… votos de um resto de bom fim de semana e de regresso a casa uma forma despida de dizer… “o ouvinte se estiver de regresso a casa, CONDUZA COM PRECAUÇÃO”…. Dá panos para mangas esta última palavra que vou passar a degradar, espero que com razão objectiva… É o seguinte… a senhora ao invés de dizer conduza com prudência, com cuidado, condução defensiva ou vá devagar para chegar mais cedo… teve o desprendimento de dizer, com precaução… pois, pois, pois… mais vale andar com um ordenado de um mês no bolso, para pagar a caução se o carro for apreendido por um qualquer vulto de azul, da cor dos eritrócitos e que zelam pela boa saúde dos condutores… á que dize-lo com frontalidade… parece me cena de corruputos, mas é mesmo assim se andarmos prevenidos e com algum dinheiro no bolso podemos safarmo-nos de ir a pé para casa e o carro bloqueado… anda- se com a pré- caução e durante o injurio, tentar dar a volta ao senhor e dizer-lhe ainda com uma simpatia inigualável, para ir gozar o dinheiro como quiser… na red city, no casino, bimgo ou outro sitio similar, que vá beber uns copos porque a senhora locutora assim preveniu, para conduzir e com uma espécie de qualquer caução…assim evita-se a carta ser apreendida, ficar com cadastro criminal/não e ter que regressar a casa apoiando-se nos membros anteriores… fiquemos com esse pensamento e votos de um resto fim de semana na companhia da senhora lucotora que assim o exige…
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Pensamento do dia
Avisto ao longe um vulto que se dirige para o nada, despido de emoções, um poço descarnado do peso da vida… concumitantemente, o vulto encontra um sinal desprovido de toda a acção marcada pelo seu ser ingénuo… talvez seja um vulgo sonhador cheio de esperança do que procura e não sabe o significado desse objecto que lhe transporta a mente... essa forma de desprendimento que carrega ao longo da vereda, é-lhe intocável, só tem a vereda que já lhe indica um trajecto determinista e que o conduz para sitio algum… caminha bem sem se preocupar se a direcção é a correcta até ser confrontado por uma intercalação que se opõe á sua marcha… agora já se obriga a não andar a vaguear sem destino, pois o entrosamento de caminhos que se intercalam na sua vereda assim o exige… agora á que escolher um de dois caminhos… o caminho da exigência autómata ou o caminho da libertação pessoal… o entroncamento e a bifurcação… a escolha directa que terá de tomar exige-lhe assim uma performance que de outra forma o não levariam a optar… o objectivo é guarnecido de uma decisão que é só dele e que lhe comanda a agir… segue a intuição, escolhe e contínua a sua marcha voraz pelo que desconhece
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Pensamento do dia 11/05/07
A pedagogia para pedagogos não passa através da incrueldade e da credibilidade em relação a uma miragem… uma miragem que se oculta entre o calor extremo e a poeira que se levanta dos sedimentos de sedimentos do espaço monofólico… existe e é real, como a luz do dia, a fresquidão da noite e a fragilidade de um crepúsculo… a pedagogia reflecte uma essência que é devorada ao longo do percurso autónomo que é inato e aditivo… a beleza de tudo está intrinsecamente acomodada nas várias formas de vivenciar as emoções… retratamento e interacção… um mecanismo desgovernado de tentar a unificação e sensatez robusta da eterna singularidade e simplicidade… O que nos governa?... As nossas acções!!!
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Pensamento do dia 10/05/07
A maneira como corrompemos connosco, sem pensarmos, baseados num certo impulso erróneo e que se torna ineficaz, por não o conseguirmos controlar no momento em que o praticamos… Criamos mau ambiente ao chocarmos com nós próprios e ao nos apercebermos disso reagimos a essa tipologia de comportamento… Não criamos esperanças, mas conseguimos dar a volta por cima, ao revermos os nossos erros… como o nosso sistema imunitário nos faz mais ou menos saudáveis, também os nossos neurotransmissores reagem no sentido de contrariar o que pensamos estar a regredir… Mexemos nas emoções a possível contradição da moratória exigida por nós faz efeito e mexe com as nossas motivações a preceito
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Pensamento do dia 10/05/07
A maneira como corrompemos connosco, sem pensarmos, baseados num certo impulso erróneo e que se torna ineficaz, por não o conseguirmos controlar no momento em que o praticamos… Criamos mau ambiente ao chocarmos com nós próprios e ao nos apercebermos disso reagimos a essa tipologia de comportamento… Não criamos esperanças, mas conseguimos dar a volta por cima, ao revermos os nossos erros… como o nosso sistema imunitário nos faz mais ou menos saudáveis, também os nossos neurotransmissores reagem no sentido de contrariar o que pensamos estar a regredir… Mexemos nas emoções a possível contradição da moratória exigida por nós faz efeito e mexe com as nossas motivações a preceito
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Pensamento do dia 8/5/07
Muitas vezes, temos expectativas em relação a algo ou alguém… o que é esperado, é uma forma de estimar qualquer coisa, nunca é uma certeza absoluta, porque variamos na nossa maneira de estar, de sentir, impressionar o outro alguém… de adquirir algo como de um artigo se tratasse, algo mensurável e qualificativo… expectamos alguma coisa sempre, e quando pensamos nas reacções que temos e não faz parte da esperança doutro indivíduo, iludimo-nos com coisas e induzimos erros falaciosos, contrários e pouco relevantes em termos de conteúdo factual… somos assim porque somos humanos ou temos ainda uma réstia de humanismo ao tratarmos questões como esta… seremos reais? Ou fazemos parte apenas do imaginário do que e de quem contactamos… criamos o erro e temos desvios, relevantes ao potencial de captação doutros… transformamos palavras banais em palavras dinâmicas e mágicas que se tornam viciantes em as revermos escritas… pomos elementos e criamos interpretações… e para além do acaso que nos revolta na transmitância de passarmos a mensagem… esperamos que seja recebida em total sintonia com o que tentamos mostrar/expressar… realmente tudo é como um jogo… neste caso um sobe e desce… onde tentamos descer sempre a parada e aproximarmo-nos com a maior das brevidades do estado nulo, tentamos realizar num curto espaço de tempo e sermos os primeiros a chegar ao fim do jogo… safos? Não sei… será o continuar do jogo a forma de absorvência especulativa que manietamos em nós? Talvez….
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pingoxixo
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Pensamento do dia
A força celeste invoca o bastante a tornar-se real… olhamos o astro e sentimos que desenvolvemos o sentido da visão no sentido outrora realizado por nossos parentes ancestrais… ao olharmos para as estrelas e tentar fazer ligações entre elas é desenvolvermos a capacidade de olhar o futuro remanescente que atravessa todo a nossa forma de ver e comparar e caracterizar tudo o que faz parte da imaginação que carrega o dom da compreensão do que não se vê, mas do que se toca… deito-me relaxado no chão, foco um ponto ao acaso, aponto o dedo indicador e penso não na estrela a que estou a apontar, mas da constelação inteira e partida da nossa inigualável percepção de olhar as coisas, sermos aéreos e pouco individualizados… olho… e já vejo a ursa maior, a cassiopeia, como olho paras as nuvens ao sabor do fim de tarde e me completo com o horizonte… vejo nuvens com formas de animais, vejo a extensão do horizonte e tomo o conceito de chamar mar ao que vejo… as mistura de cores que acontecem a um pôr do sol num dia de verão, áspera-me na condição de olhar para uma obra de arte, uma pintura de um quadro talvez, a fotoenergia que sai de mim é sobre celestial e quando estes encontros com o que está para lá do simples conhecimento que não é mais que hipotecário, e feito de hipóteses, assim me determina a minha sugestão mental para o olhar mais uma vez… ver e aspirar em retirar boas atracções… para me sentir uma pessoa diferente como penso que todos devem ser… a ideologia da evolução inadaptada é o que me faz sentir as variações e não cópias que resultam da ancestralidade do senso comum… tentemos então ser mais diversos
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pingoxixo
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Pensamento do dia
Não temo a dor, implícita no mais intimo de mim, reside e por pouco que seja explorada, nunca é perceptível… o silencio incomoda, a bruteza do ser que se mostra insensível descarado, não me ilude, pois sei que não somos animais furtivos que andamos solitários na pradaria, sem ter o seu conjunto e que depende/não do grupo onde foi criado, temo a lucidez das coisas e com o que ela advém…descarto qualquer dramatismo nesta linguística de palavras que decerto são raras de obter… o vocabulário nobre, não me impressiona porque está entranhado na minha forma de ser e no meu método de progredir nesta vida… por vezes sentimo-nos nos mais insípidos charcos cheios de tainhas, barbos e carpas… ao sair desse espaço é necessário o passar no duche para não modificar a vitamina e proteína da pele, para não atrair minúsculos e desagradáveis organismos que se acoplem em mim… por vezes o nosso porto de abrigo é mesmo a monotonia, o silencio incomodo do vento, das folhas a sofrerem cisão, das pétalas a caírem por força do seu processo de desfloração, tudo indica que as quatro estações são o que nos modifica o nosso agrado, prazer, e altera por força das energias o nosso modelo de estar… por mim primavera é a mais útil, dentro das outras três que não se mostram menos importantes, a repetição de cada momento vivido com satisfação é repleto de cor e alegria… porque cores e estações temporais estão ligadas por intuição… de repente sinto a sensação de derivar de me afastar do que é objectivo, de restabelecer energias e de me sentir parado no tempo, sem esperança alguma na possível modificação… se o pensar traz dor, então que seja a dor o meu apego nesta vida, porque as decisões somos nós que as tomamos independentemente do que nos elevaram a tentar ser… o suscitar dessa dor incomoda, mas trás a alegria de nos reflectirmos no espelho, de vermos as nossas expressões sem que outros as vejam… porque mostra essa porta que nos leva a sair da dor e invertermos o nosso papel….
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Pensamento do dia
Há charadas que ficam para sempre entrosadas na mente de um povo, charadas como o que semeias é o que colhes, quem não muda os lençóis deita-se na cama como ela tiver, em Abril águas mil, o que deres é o que recebes, Março marçagão, manhãs de Inverno tarde de verão, depois do natal uma passadinha de pardal, quem semeia ventos colhe temporais, faz o bem e serás recompensado…etc… poderia estar aqui o resto do tempo a escrever charadas, mas penso que quem quer ter acesso a alguma coisa, deve-a procurar, nem que seja pedir a outras pessoas a maneira como encontrar essas mesmas coisas que estão registadas em qualquer lado, em termos de livros de charadas recomendo o borda de água, quando se tiver aflitinho, agarra-se no borda d´´agua e vai-se lê-lo para a casa de banho, até aí nos cultivamos, quando estamos a pulsar merda… queria então pegar hoje numa charada e charadiá-la toda, análisá-la com o meu neurónio atento, desmistificar esse saber popular, invertê-lo, massificá-lo, dar-lhe uma interpretação exógena, sensível e atenta, reduzi-la e dissecá-la… pegar nela sintetizada e passar a mensagem que ela transmite para o meu pouco furor atípico de trabalhar, brincar, arranjar outro sentido para elas e para mim…. As palavras… o amor ao amor se passa… não será assim concerteza…o amor com amor se paga, só não se verifica com algumas condições:
Para que seja passado esse amor e essa ideologia, há várias condições para que se consiga um meio determinista de facilitação a uma futura decisão em relação ao amor, á comunhão do amor por duas pessoas, preciso é: RESPEITAR
1- não ser obsessivo crónico
2- não ser piegas
3- não ter domínio e talvez não deixar dominar por situações que não exigem isso
4- não ser sentimentalista de intensidade doentia
5- não ser sensacionalista para não se fazer da pessoa uma pessoa diminuta
6- ter a sensatez de não xingar
7- ter em atenção todo o conceito que leve a outro conceito e que não cai bem á pessoa que queremos conquistar
8- não ser angustioso, ser triste ou demasiado alegre falsamente
9- ouvir, dar o feedback se for caso de isso, não procurar a pressão e não pressionar
10- Respeitar e deitar á rua todos as nove condições anteriores,…
11- Porque como li uma vez noutro blog, o amor é muito mais que uma fórmula que se juntam num frasquinho, se agita e nos borrifamos com ele, não… o amor é mesmo saber conviver com a pessoa que amamos ou queremos amar em todos os tempos e momentos, sem fugir á lógica é sofrer quando a outra pessoa sofre, ritualizar todos os dias como diferentes e acima de tudo respeitar: subconjunto
-respeitar a decisão
-respeitar o empobrecimento de uma relação
-respeitar é saber ouvir
-respeitar, é não ser obsessivo e invasivo
-respeitar>>querer, não obrigar,
porque então toda essa relação que temos esperança e se acha possível de descobrir, vai por água abaixo…
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Pensamento do dia
Nem imagino a actividade corpuscular que anda no ar, que faz parte da nosso corpo, da nossa pele, de objectos inanimados que são compostos agregados… se tivermos uma visão muito adequada ao mundo que temos, nunca conseguimos perceber que tudo o que respiramos, no que tocamos, que é tudo feito de quantu, um quantu é o nome que se dá á quantidade de átomos que temos em tudo, até no nosso metabolismo, á matéria, ao modelo do mundo, de atracções repulsões, ligações que fazemos fracas ou fortes, tudo é feito disso… do numero 6,022* 10 e elevado a 34, o peso de cada átomo, a densidade, as orbitais a envolver o elemento, as cargas negativas , neutras e positivas… fazem parte do nosso dia a dia, mas a percepção para a compor, é a de que tudo o que nos rodeia é feito de algo que não se vê mas que se sente, rebuscado ao subconsciente, somos todos compostos desses elementos, metais e gases… a intenção e decisão de autenticar a matéria como fazendo parte de tudo é derivada do que nós não pensamos, que se encontra em qualquer sitio e não fazemos esforço nenhum para a percebermos… tudo na sociedade é química, todos os processos, toda a mecânica para funcionar é olhar para o objecto e darmos-lhe nomes, ao movimento ao que é composto e que varia na direcção e no sentido, pode ser um ciclo que se recicla ou ser linear e assim forma uma sucessão… a actividade é o que nos completa e percebe-la é mais que realiza-la, sem recorrer a protocolos que os levam ao resultado produto mas sim á compreensão devida que devemos dar ás coisas
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Pensamento do dia
Para tentar compreender o surgir de tantas formas de vida e tipo de vida, vou focalizar a experiência de um modelo de gerência, a formação de compostos biomoleculares, em particular as histonas, proteínas que estão intimamente acopladas no DNA, não no DNA de uma célula qualquer, mas nas de procariotas… foi então há alguns significativos anos que Opparin-Haldane adoptou um modelo de um micrótubulo com luz incidente, UV e com entradas e saídas de ar, onde se realizava a uma espécie de caminho fermentativo activado por o fenómeno da influorescência, com algumas semelhanças com o modelo de termos hidrogénio (gás padrão) numa possível lâmpada… então regulando os factores primeiramente anaeróbios e posterior aeróbios, montou se um modelo explicativo da formação de agregados orgânicos, que tinha objectivo objectivar sobre o aparecimento de vida… então surgiu Flemming e os seus agregados biomoléculares assistidos pela energia luminosas por influorescência… assim conseguiu-se desenvolver o conceito de proteínas, em que são especializadas e o que catalizam nas reacções metabólicas… Muitas foram as teorias, muitas foram as escolas que “leccionaram e não eram mais que previsões sem conteúdo revelador… um astrónomo, por exemplo desenvolve a sua teoria de um tempo universal em que no universo houve/há uma condensação da matéria acompanhada de energética… houve condensação e posterior rebentamento/explosão dessa matéria em agregados de diferentes dimensões e que resultaram em pedaços rochosos que vieram a chamar-se de planetas, após isso, criou-se uma expansão da matéria e da energia, determinante para a origem da vida… outros são os ramos da ciência que preservam as suas teorias com base em outros mecanismos e outros fenómenos… para os melhor compreendermos surge a necessidade de os abarcar todos os que se aproximarem mais da objectividade factual… e ter menta aberta para saber discutí-los e defender mais uns em deterimento de outros, pelas bases funcionais que os definem
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Pensamento do dia
Todos os dias, e durante o dia, a cada minuto somos confrontados uns com os outros… talvez nos criem esse tipo de desafios para termos alguma atitude perante a vida, para não nos escondermos e nos fecharmos a nós mesmos… criam-se desafios… reveladores da nossa própria proeza de seres fortes/fracos, concentrados ou distraídos… o desafio de põr a mente a trabalhar, de nos trabalharmos a nós mesmos… de olharmos para o nosso redondo mundo e aficcionármos nos a ele… sermos mais objectivos… para não dificultar a percepção dos outros… perturbados nós somos e quando menos pensamos sermos sujeitos a testes analíticos during toda a santa vida e sabermos e não conseguirmos fugir a essa falta de ética… a essas politicas que não levam a determinar nada em nenhum sujeito/individuo/criatura… de levarmos na cabeça quando estamos menos á vontade num assunto, de sermos rejeitados quando estamos á vontade com um tema… de reconstituirmos uma ligeira história, uma qualquer anedota, de jogar, de criar a imagem á nossa volta sem nos apercebemos que fazemos tudo isso, não para nos entretermos, passar o tempo ou diversão… sabemo-lo inconscientemente que o estamos a fazer em prol do desenvolvimento mental e a personificarmos um tipo de personalidade, seja simplista, individualista, mais ainda: estranha daquelas estranhezas que carecem de outro time de atenção, de reflexão, de uma síntese acrobata em que só queremos o conteúdo para o espaço que estamos a ocupar
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pingoxixo
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Pensamento do dia
30/04/07 ás 23h
Quando o globo de espelhos difracta o jogo de luzes, ao som do chill, é capaz de subverter a amplitude do chamariz para a caça nocturna… Compensado por uma bebida qualquer, invertemos as regras do jogo e determinamos o rumo da noite… pomos as regras sem carrego algum que dinamize o que chamamos de bem estar… somos mais nós e menos o que nos afama de animal social…
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