segunda-feira, 21 de maio de 2007

Pensamento 72

Pensamento do dia
Os encontros a que estamos sujeitos com origem de estarmos num lugar e sermos surpreendidos por pessoas que contactamos pouco, fruto do distanciamento temporal que é factor de evolução, traz-nos recordações de anteriores momentos em que convivíamos num clima com grande abertura de partilha de sentimentos…é salutar o desprendimento de acontecimentos que já lá vão, é rotura na ligação quando nos prendemos a sentimentos passados que são base da recordação, e pensarmos no futuro de cada pessoa como única, pois o desenvolvimento da pessoa depende da sua progressão nesta vida, onde reúne vivências autónomas e apreciativas, para não nos sentirmos deslocados e mantermos uma posição em relação ás amizades que tivemos, rejeitarmos se quisermos rejeitar, ou aceitar… o discurso que se tem quando apanhamos pessoas que não vemos á muito tempo pode derivar para, o que andas a fazer de momento, lembras-te de nós á meia dúzia de anos? Como nos comportávamos, o que dizíamos, o que sentíamos, a envolvência e o tempo que era partido em mais que um encontro no mesmo dia… revelamos-nos humanos e não nos sentirmos um pouco discretos, procurar o choque de emoções, mas de uma metodologia leviana… encontros e desejos, ambições e realização, manutenção e convívio, amor pela pessoa e libertação… não conseguirmos nunca revolver esta forma de sentir adaptada a um tempo mais tardio

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