sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

NATALINHO

De qualquer forma o Natal nunca é igua! Este ano diferentemente do outro temos o mesmo estado de espírito adequado a uma conjuntura azeda da crise que afecta algumas pessoas... gostaria, de em particular desejar a todos um Feliz Natal e em geral ás pessoas que gostariam que o Natal fosse diferente e igual a outros anos, de festejo, de boas condutas e de boas energias. Acho que é um pedido fácil de concretizar, basta querermos e acreditarmos que em cada um há a essência de não catalogar algo, pela simples forma de descrição. Penso que de alguma forma os ancejos de uns são cumulativos para alguns e fariam falta a outros.
Quero desejar uma feliz consoada, um bom Natal e continuação de que a esperança é para continuar, o dia a dia para nos resguardármos do que é menos pacifico e para além disso, pensar que o Natal não é só para alguns... deve chegar a todos os lares, com a mesma intensidade de Alegria e de Paz.
Votos para que isso aconteça

NATAL

Neste Natal
Quero…

Carícias
Saudade
Alegria
Compreensão
Amor
Saúde
Paz
Frio
Chuva
Neve
Amigos
Envolvência
Calor
Árvore enfeitada
Chocolates
Leitura
Muita Leitura
Ajudar
Concretizar
Afectos
Mudar de visual
Mas acima de tudo
Gostaria de mudar o mundo
O meu mundo
O mundo da minha cabeça
O mundo das outras cabeças
Gostaria muito…
De estar onde não estou
Em todo o lugar
De viver intensamente
De partir loiça quando estou a viver intensamente
Para marcar um pouco da minha pequena rotina diária
Acima de tudo
E abaixo de tudo
Ao meio de tudo
Ao redor de ti
Ao encontro dos teus
Para me
Encaixar na tua vida

Neste Natal, espero acima de tudo
Cumprir com o que cumpri nos outros anos
E regressar ausente
Mas presente no coração de todos os que amo

Feliz Natal para ti e para mim

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Outeiro

Um dia pensei!
E se a vida fosse diferente?
Depois pequei,
Porque quis revolvê-la a quente

Agora, tudo mudou
Aqui estou!
Á procura de mim
Da minha gente
De saber um sim
Nesta devoção premente.

Um dia alguém botou
E se o dia fosse uma noite
Depois tudo acabou
Pois a noite tornou-se dia
Foi um compasso enternecido
Que nunca foi esquecido

O dia pairou
E a noite depressa chegou
Mais responsabilidade!
E a vontade
De cumprir mais uma vez
A tenacidade que a fez

Era muito, para o pouco do dia
E nada ele trazia
Apenas o conhecimento
E o aproveitamento
De uma vida a descobrir
De um clarão incandescente a rir
E de um botão de uma planta a emergir
Era de dia…
Ao caminhá-la
Tentei definhá-la
Depois com ela vieram os pássaros raros
Como abetardas nos prados
E com tudo misturado
Vos dei assim um recado

PS: lutem pelo dia a dia

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

TOU NUM TEMPO DE DEFINIÇÕES

Estou numa época de definições... definições, essas palavras que por detraz de um arquetipo construído nos faz pensar numa classificação... a novela da minha vida é algo muito complexo pois trago a essência perfumada de enraizar um pouco mais a opinião que tenho das pessoas... pode ser um pouco uma saga... mas por dentro de uma caixa grande estão 30 mil caixasmais pequenas dentro dessa caixa... o que dá luz exetrior á caixa é que ela possui uma lampada no seu interior, e sabe-se á partida que essa luz que alumia todas as caixas para o exterior, têm o seu local situado mesmo na caixa mais pequenina,,, é justo sentir-se que a caixa é iluminada á vista exterior, mas a curiosidade (não sei se é pecado ou não)de saber qual é o funcionamento da iluminação da caixa implica tirar caixa a caixa até se encontrar a luz... para um visionário como eu... as caixas implicam as nossas atitudes no nosso dia a dia, para sabermos um pouco do numero de caixas que temos, temos que as desmembrar, e ao a desmembrarmos, estamos a aumentar a curiosidade, pois a luz cada vez é mais forte, quando se chega á caixa mais pequena, têm-se a possibilidade de se pôr tudo no mesmo sitio, suspender a curiosidade e partir para outra...
MUndo de definições que se deparam comigo todos os dias desta construção de caixas que me foram postas já na sua construção final e sem saber se são muitas ou poucas caixas ou de onde vem a iluminação

regards

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Lágrimas salgadas

Aqui estou eu
Resoluto dos meus pensamentos
Entremeios avanço
Nesta pitagórica vida
Neste mundo de momentos
Solidões altivas
Recebendo a vigoração
De mais uma etapa ganha
Choro os meus sentimentos
Aldoar receber conquerer
Estamos nesta vida
Para a desgostarmos
Por breves momentos
Por breves momentos

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

"Esta é só uma noite para comemorar"

MAFALDA VEIGA




Esta é só uma noite para partilhar

qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro

um lugar a salvo

Para onde correr

Quando nada bate certo

E se fica a céu aberto

Sem saber o que fazer

Esta é uma noite para comemorar

Qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo

um lugar para nós

onde demorar

Quando nada faz sentido

E se fica mais perdido

e se anceia pelo abraço de um amigo

Esta é só uma noite para me vingar

do que a vida foi fazendo sem nos avisar

foi-se acumulando em fotografias

em distâncias e saudades

Numa dor que nunca acaba

e faz transbordar os dias

Esta é uma noite para me lembrar

Que há qualquer coisa infinita como um firmamento

Um sorriso, um abraço

Que transcende o tempo

e ter medo como dantes

de acordar a meio da noite

a precisar de um regaço



Esta é só uma noite para partilhar

Qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro

Um lugar a salvo

Para onde correr

Quando nada bate certo

E se fica a céu aberto

Sem saber o que fazer

Esta é uma noite para comemorar

Qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo

Um lugar para nós

Onde demorar

Quando nada faz sentido

E se fica mais perdido

e se anceia pelo abraço de um amigo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sem assunto

Reclinado na minha coifa, vou pensando ao ouvir o que mais clássico não é, as convergências auguram inimizades e angustias… reviro-me e tento pensar noutro… o que atrai é o saber que estou longe mas muito perto de congregar vários pensamentos num só… e de sua importância também… já não vislumbro os dias mais baixos dos mais altos… pelo sim pelo não recomponho-me… atitudes por mim convidativas de regressar a estados nunca antes dispostos nas suas posições… faço um roteiro turístico pela minha mente e vejo que não cumpri o código de estrada… enfiei-me num entrosamento em que o sentido é único e contrário ao meu… não assentei carrosséis e continuei mesmo sabendo do perigo… felizmente não veio nenhum carro no sentido certo e eu atravessei… agora depois de passar esse perigo vejo… que se pensasse mais rápido teria cumprido com segurança… é intensa esta maneira de se circular na estrada… e silenciosa também… passado o incidente… penso… estarei eu ciente de que já não há lugar para se não andar em baixo? Nem se dispõe da desordem de se poder dizer… não posso andar em baixo de forma?