quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sem assunto

Reclinado na minha coifa, vou pensando ao ouvir o que mais clássico não é, as convergências auguram inimizades e angustias… reviro-me e tento pensar noutro… o que atrai é o saber que estou longe mas muito perto de congregar vários pensamentos num só… e de sua importância também… já não vislumbro os dias mais baixos dos mais altos… pelo sim pelo não recomponho-me… atitudes por mim convidativas de regressar a estados nunca antes dispostos nas suas posições… faço um roteiro turístico pela minha mente e vejo que não cumpri o código de estrada… enfiei-me num entrosamento em que o sentido é único e contrário ao meu… não assentei carrosséis e continuei mesmo sabendo do perigo… felizmente não veio nenhum carro no sentido certo e eu atravessei… agora depois de passar esse perigo vejo… que se pensasse mais rápido teria cumprido com segurança… é intensa esta maneira de se circular na estrada… e silenciosa também… passado o incidente… penso… estarei eu ciente de que já não há lugar para se não andar em baixo? Nem se dispõe da desordem de se poder dizer… não posso andar em baixo de forma?

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