Pensamentos
Pensamentos
Como um leigo numa cidade longínqua onde outrora era a fronteira de entrada de toda a rotina das pessoas a comunicarem, tudo isso se alterou… um leigo á procura de alguma coisa que não cheira a nada, não se vê e não se sente a sua temperatura, o rancor associado á calma enuncia algo de maior pormenor que não deixa nada a desejar
O abarcar do canto de sereias lindas e vistosas mulheres peixe ou que se replica a tão muscularidade, de não aparecerem para ninguém as ver
Um dia estava eu á beira da minha barcaça, o mar estava calmo, havia um vento ligeiro que era típico da solidão do mar… lancei-me na minha barcaça ao mar, a tentar algo que se sabia não existir ou a sua existência só com procura paciente e cuidada, com o silêncio e a petrificação, assim motivavam já a 50 milhas da costa, oiço um murmúrio latejante franzido e com uma agudez irreconhecível. seria ela o objecto da procura?... vesti o meu fato de mergulhador, eram 19.30, o sol já estava a esconder-se como o fizera sempre, mergulhei com a obsessão de verificar se existiam as ditas musas e tentar capturar uma com uma forma benévola e sentido dissonante , o interesse de descobrir factualmente a esta população que não seguia os seus descobrimentos em relação a nada… porque se preocupam com coisas mais banais e nunca tinham despertado o segredo dos mares… mergulhei! E aos 75 pés de profundidade, pus o meu gravador e a máquina fotográfica no mesmo suporte e prontifiquei me psicologicamente o sinal para a barcaça e a uma lancha que se havia acoplado com a significância de ter em primeira mão e como sinal de veracidade do que eu procurava…Eu, pescador astuto e de referência a procurar o que não passava de contos, artimanhas, charadas invocadas pelos que postulavam maus juízos abracei a causa incessante e intensa de só vir dar o sinal á superfície ao meu armador da barcaça…
Elas tinham lá estado, sentia-se pela turvação da água e profundidade que era o contraria que era contrária á maresia que na superfície se verificava, o vento amainara… de repente dei-me conta que alguma coisa chamava… era a ultima das sereia que ainda desgovernada por ver tamanha diferença do homem do mar, ingénua e curioso petrificou-se ao olhar
Parados a olhar um para outro, a sereia não se sentia insegura, por estar absorvida tanto, eu também…, os lhos dela reflectiam tristeza, talvez por ter descoberto algo entre os dois, já eu, esperava através dos contos que ouvira das pessoas mais velhas de que existiam e eram a magia de não se conterem e convidarem a aparecer ao que era desconhecido… Eu vi o olhar triste dela e retirei para mim mesmo que era um segredo que elas queriam preservar… Atentamente ela piscou o olho e desapareceu da minha vista á velocidade com que tinha aparecido
Dei sinal, aos meus companheiros, subi á superfície, entrei na barcaça e revolvi em relação a terra
O segredo ficou guardado para sempre pois a sereia era tão linda que adjuvava a ser falada por ninguém… eu fiquei contente por saber algo de que as pessoas ecléticas e por vezes banais nunca se lembraram de descobrir
Formas transitórias entre Mulheres- Peixes

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