Falácias
Pensamento do dia
Hoje tenho duas propostas ao caro leitor, entre 2 pensamentos que espero que tenham a equidade, a mesma homologia, e duas hipóteses cada pensamento, por isso tornam-se dois pensamentos cruzado ou paralelos… espero que alcance o objectivo deste exercício mental…
Primeiro quando uma pessoa está space out com as pessoas que estão na mesma mesa ou em mesas bem perto da minha (neste momento: café da quinta, de vizinhos meus), o que quero integrar é mesmo a solicitude de cada pensamento, então pensamentos… se a pessoa estiver com uns auriculares nos ouvidos e não conseguimos ouvir a natureza da noite, estamos então convencionados para estarmos em space out, guardamos todo o som só para nós, se isso acontecer muito tempo e diversas vezes por dia, ficamos inebriados na vida como um gajo qualquer aéreo que depressa frita e isso releva-se mais tarde, não só com a surdez, mas mau sono, confusão mental, falta de concentração e desrespeito para as pessoas que connosco estão (neste momento estou a ouvir musica, mas não estou acompanhado com ninguém na minha mesa por isso trata-se de uma fase de facilitação para o que austero em escrever, mas venha o exercícios, o acompanhamento desta teoria que todos se dão conta, mas não pensam nela assim desta maneira que eu a estou a ver, o que eu proponho é da musica saber que instrumentos ou sons estão a passar, porque são mais que 1, uma batida de bateria, som hip-hop, “sam the kid”... não consigo ouvir mais nada senão a musica, passando a outra hipótese prática, tiro os auriculares e vou ouvir os sons da noite que não são mais nem menos que o poder de ouvir sons e calcular mais ou menos a distância deles a nós… tirei os auriculares… agora estou aqui novamente na esplanada, oiço as vocalizações de outras zonas da esplanada, uma ambulância lá ao longe com o som da sirene depressa a desvanecer, oiço os pássaros nocturnos, mas sem os identificar, o som de um carro que está ligado, mas parado e em que se consegue ouvir o rolantim e a ventoinha… penso que é um carro a diesel, oiço as motas a passarem e o movimento da noite a um time marcado como 22.30h… o que tenho a provar; que as diferentes partições que ouvimos na musica, os vários sentimentos que retiramos do som dos instrumentos é equiparado a natureza soturna e febril que ouvimos a cada momento quando estamos com os pés na terra… diferenças há-as? Deixo o feedback para ser feito pelo leitor, porque não consigo fazer a distinção do space out da musica ou o space out da rotina nocturna que é o ouvir de um cão a ladrar neste momento e o derrapante que ouvi á pouco
Segundo pensamento, mais curto que o primeiro e de igual importância….
Vou dar-me á liberdade de introduzir o aspecto falacioso que quero dar a este pensamento: aqui vai
-A vida de solteiro é desgoverno fulcral
-A vida de casado é desgoverno total… então daqui sai
que o desgoverno fulcral ou total está implícito nos dois estados…. Ou seja
- o caralho de desgoverno total é igual tanto para pessoas casadas como para pessoas solteiras por esta ordem de ideias, o que é lógico na primeira proposição e não o mesmo para a segunda proposição,… o lógico é acompanhado de erros que se cometem na escrita… e que perigosidade? Estar alerta
mas o que queria mesmo expressar era o seguinte, e espero que bata forte na mente dos leitores (desculpem-me a imprudência para o causar, e ao mesmo tempo leiam com determinante atenção…
A VIDA DE SOLTEIRO, É O MELHOR ESTADO……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………(…) ASSEGUIR Á VIDA DE CASADO.. porquê???
Porque ninguém consegue guardar a solidão para toda a vida, é o aspecto civilizacional de competirmos e acompanharmos/comungarmos o desenvolvimento/evolução da vida, pensar nela é como estar a lutar contra a falta de informação… temos de coagir com calma e tudo bem sedimentado para podermos comungar da mesma resposta em relação a isso.. porque somos todos humanos e precisamos de nos relacionar…
Isto porque ao vivermos casados ´
E um estádio mais á frente que a doidice da cadelice, desde paixões casuais de uma noite com alguém diferente, como de aventuras e falta de chá em relação ao que nos empenhamos a dizer fixação civilizacional ou solidez no relacionamento ou passarmos a ser sedentários no tipo de vida que aspiramos para nós… há…. E duas cabeças conseguem acompanhar o desleixamento que uma pessoa sozinha que não partilha nada com ninguém e vive fora da sociedade, estando inserido nela…. Dá que pensar e muito panos para mangas no sentido do continuar esta ideia cheia de proposições falaciosas… dava para um debate de algumas horas corridas, mas fico por aqui…
Caro leitor, tenha uma noite quente e feliz, cheio de sonhos cor de rosa, azuis e amarelos

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