sexta-feira, 6 de julho de 2007

Hologramas

Pensamento do dia
Entrei na janela do tempo… bidimensional como os déjavus que se atravessam inconsequentemente e de uma forma regulada ao partir em caminhada, como retrataria o cenário da Alice do país das maravilhas… uma dimensão nocturna, outra diurna… a nocturna espelhava-se no sonho que era refractado para a forma com que a disposição para engatar dia a dia com veia forte e com abertura para um grande fluxo de sangue oxigenado… a diurna mais factual repartia-se em tempos fraccionados conforme o avanço da luz e da temperatura do baixo astro, a beleza das cores, o fortunio resistente a não se querer abandonar essa entrada e saída de duas dimensões… convoco-me assim desta maneira para uma espécie de circulo sem fim e pouco alterável, como entrar numa sala de jogos, sentar-me em frente a uma máquina de carros e o que se move é mesmo e só mesmo o cenário, a estrada com curvas que dá para esticar o carro a altas velocidades e também com algumas curvas e bloqueios… na máquina o carro está sempre na mesma posição, ou pode-se mesmo dizer parado, o que mexe é a pista, e dá a impressão de que o carro apanha grandes velocidades e outras onde se tem de travar ou abrandar com a caixa de velocidades… a ilusão de o que se mexe é o sol dá essa dupla forma dimensional de que aqui e sem meios alguns, não conseguimos imaginar o planeta a girar

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