quinta-feira, 12 de julho de 2007

Autoestima

Pensamento do dia
Hoje acordei a cantar, do canto passei para a dança (meu tipo de dança é andar aos saltinhos para quem não sabe), da dança fiz alguns exercícios para me cansar um pouco e ter os sentidos mais vocalizados, fumei um cigarro e deitei-me um pouco para descansar da atribulação que vai lá fora, como é reenergético o que fiz, acordei novamente, tirei um descafeinado e tomei os drunfs, continuei a cantar até á hora de almoço, vidas assim uma pessoa gosta dela, mas não para sempre… hoje tive uma ideia, não há melhor coisa que escrever poemas, narrativas, imaginar novas formas de escrita e acompanhá-la todos os santos dias, porque ás vezes não aceito o que faço e não acredito muito em mim, e para mim, o dom e a facilidade em que consigo dissertar um acompanhamento literário, descobri uma vocação, não sei se morará em mim para todo o sempre da minha vida, mas as folhas tenho a libertação total para pensar que ficam cá comportamentos, afinidades, amizades e outras não e o poder de nunca estar parado, que é o contrário do que tenho feito, ando á paz do dia a dia, para sentir na pele o que uma pessoa sem grandes objectivos pensa da vida, mascaro-me assim nessa pessoa para poder sentir o que de mais altivo existe nesta mordomia calorosa de não ter interesse para muito… o que realmente existe é o peso da determinação pressão que ainda não impus a mim, o auto controlo leva a que se sinta as coisas mais ardentemente, dou mexa a estes pensamentos e já me declaro um escritor amador, neste verão quero iniciar-me aos ritmos balançantes da musica, aprender a tocar uma precursão ou outro tipo de instrumentação, pois é necessidade cruta de desenvolver outras vantagens que nunca as pus a trabalhar, é experimentando que se pode alcançar alguma coisa na vida e ao mesmo tempo e no caso da musica, em pleno, com tranquilidade cá se vão passando os dias neste mundo e que é preciso cada vez mais moralidade para todos nos darmos bem, repor fraccionamentos anteriores esquecidos, reformular comportamentos e senti-los para os trabalharmos com energia, motivação, persistência… porque há um todo que nos envolve em nós e que não conseguimos pará-lo, ás vezes é mesmo preciso parar para tomar novas intenções e concretizá-las com a maior parcimónia que nós metemos naquilo que fazemos e criamos… há sempre lugar para mais um artista neste mundo

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