sexta-feira, 13 de abril de 2007

Pensamento 43

Pensamento do dia
Ás vezes penso logo ao acordar na podridão que se passa á nossa volta, que nos revolta e engole para um abismo sem fim… depois agarro a virtude de dar um retorno a esse pensamento, leva-lo ao inicio e decobrir um melhor, que não me leve a ouvidar da essência e da beleza do dia a dia, penso na simplicidade da vida e da leveza do ser e constituir, lembro me da calma em que anda um animal, por exemplo uma vaca, no seu pasto a rapar a erva na maior serenidade e calmia… vejo, aprendo e tento aplicar, pois a vida são dois dias, um é para aprender outro para aplicar a aprendizagem… e é preciso dar alguma distância ao tempo para não se perder tempo com o que não se consegue objectivar… como uma vaca a pastar sem ansiedade e pouco depois, no seu descanso a ruminar o que comeu… penso no sensacionalismo que praticamos no dia a dia e reparo que envelhecemos mais depressa do que gostaríamos, devido ao estilo de vida de ansiedade e stress que retiramos/absorvemos a cada minuto que passa e que não nos dirige para lugar algum… denoto comportamentos que não são nossos e penso na fragilidade das coisas, no seu artificialismo e da falta de nudez que devíamos mostrar ao nosso mais próximo, porque vivemos enganados com nós mesmos a tentar mostrar uma parte de nós que não existe… e a outra metade de nós que deveria estar posta não está, pois é mais fácil achar o que menos interessa porque na procura de qualquer coisa apegamos-nos ao que é de mais fácil acesso… decididamente somos um poço sem fundo, um novelo sem principio nem fim e infinitamente um lugar sem distância a outro lugar

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