pensamento 41
Pensamento do dia
Na coordenação dos meus sentidos, o que mais se salienta é o meu sexto sentido, que é o somatório dos meus outros 5, o instinto animalesco que me povoa e me dá solidez mental, para não andar a vaguear por pensamentos que não representam a minha imagem e focam o meu equilíbrio emocional… andar num barco sem remos, sem vela á deriva a ser direccionado pelas correntes marítimas faz de mim uma pessoa mais resistente, pois nunca sei para onde o barco se dirige, a comida escasseia, a água doce não a encontro e quando as resistências estão cada minuto que passa mais fracas, encontro um sentido para a minha vida, sentido esse que me faz ter ideias novas, apesar das limitações físicas e ainda psicológicas que me povoam na carne e me sobem ao alto do astral, nunca desisto e para lá do conceito de sobrevivência, só encontrando perturbações e devaneios constantes, me leva a impossibilidade de refazer o que já se fez anteriormente… há uma nova reconstrução a ser tomada em consideração, mobilizar os erros que se cometeram, clarificá-los e tentar torná-los mais que uma parte da nossa aprendizagem, valores próprios… até o inútil se torna útil, basta acreditar… se acreditar que o barco cujo sentido é gerado pelo imenso oceano, há que arranjar um rumo… reciclar a pouca energia que se dissipa a cada instante que passa… para que a um tempo que não tem termo nem inicio, guiarmos o nosso barco até bom porto e podermos retirar uma justificação para a causa de lá conseguirmos chegar, para podermos revelar aos demais que tudo se consegue nas nossas maiores desilusões/perturbações, devaneios e que tudo se realiza basta nós mito crermos

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