sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

LAB

A permeabilidade é uma fronteira!
Onde só entram os oligonutrientes
Mas será que ela tá inteira?
Se não está, é porque mentes

Se estás atrasado
Tenta não ficar alenado
Pois isso não trará sossego
É melhor pensar no ceco…

O mundo é uma contrariedade
Mas não há que haver caridade

Não sou de rabo de peixe
Mas também não quero que você me deixe
Pois eu preciso de ti
Ou apenas de uma caipiri

Estudar é o melhor remédio
Senão, ficas intermédio
E isso não se quer
Tenta procurar uma mulher

O cavalo já relincha
Deve estar com fome
E não tem nome
Vamos chamr-lhe Garrincha!

A praia é maravilhosa
Não tens de estar desgostosa
Procura uma ventosa
Para desentupir o cano

E recebe estímulos
Pois o canto é lindo
Como os lírios do campo
Que corem para o mar

E não é preciso falar pois tá tudo a perceber
Não estás a entender?
Mas tens que acompanhar
Senão perdes o teu lugar
Neste cosmos que é a vida

E não ligues á biosofia
Pois isso traz azia
Pensa mas é numa azevia!
Azevia é peixe ou pássaro
Um rascassio talvez
Senão for, bebe um bagaço
Para ficares como aço

Num sentido extrapolado acabamos assim a nossa composição que em nada tem a ver com uma canção

Sem comentários: