quarta-feira, 28 de março de 2007

Sermos pequenos grandes

Pensamento complementar
Pela noite dentro ouvimos sussurros dos noctívagos, adaptações ao escuro como escape do que é a pressão do dia, noctívagos, todos os animais desde trepadores, a voadores, tornam a noite cheia de vida e dão continuidade á vida diurna, há então o acompanhamento da vida de dia e durante a noite, porque o espaço temporal nunca pára, como um ciclo contínuo e dinâmico que é gerador do que aos humanos se verifica, noutro lado do globo tudo acontece, como á noite aqui, lá de dia, nada pára… está sempre presente, de que aqui como lá tudo se processa para além da nossa imaginação, prendemos nos ao dia a dia e não damos relevância ao espaço como um todo, porque muitas vezes pensamos só em nós e não da virtude do que é estarmos e gostarmos de cá andar, nada pára, o tempo não vêm, resta esperarmos e indubitável consciência que em tudo o que fazemos, tâmbem outros os fazem e é nesse despertar que temos que comungar, em diferentes extractos a potencialidade da viabilidade vem de dentro e á vez de a repuxarmos á força, temos que ter a calmia suficiente para tudo, para o mais complexo e o mais básico, porque eu demorei 9 meses a nascer e tenho a longa vida para gastar e não perder…o ciclo vivencial e o tempo, dá origem a pensarmos assim, que não estamos só nós neste mundo, mesmo á noitinha quando estamos em repouso, devíamos ter numa parcela do que nós chamamos sonho e que é produzido pela imaginação do nosso cérebro esquerdo, lá num lobúlo qualquer, que esses noctívagos estão activos e puxarmos para a nossa espécie a essência de saber da continuidade que em nós revela grande ingenuidade por não pensarmos nela a um nível que foge a toda a nossa percepção

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