quinta-feira, 29 de março de 2007

Há que não ter obcessão nem falsidade

Pensamento do dia
Ás armas e barões alevantados/assinalados, ás musas (ninfas) do Tejo, peço inspiração, não divina, mas mística… este post (o 30mo) merece comemoração, logo atiro para trás das costas toda a absorvência, o ser humano, a vida, o momento, o tempo, o espaço e todos os estados físicos, químicos, que não deixam de ser pontuais no conteúdo, para haver a ligação com o cosmus, a via láctea, os planetas, o planeta (o nosso), o mundo geográfico, Europa, Portugal, évora, aldeia da mitra, biblioteca, mesa de entrada, aqui…. E voltar ao inicio onde tudo começou… as nossas gentes, os locais que me transportaram, energias e estados de alma que me completam e me sobem o astral…o refinamento das palavras completam-se por associação e constroem uma infinidade de letras e frases, rimas, olhares e virgindade na vida, atinjo o pleno e entro num ciclo, um ciclo que não tem ponta, a minha fábrica que produz, não é reduzida, a minha caneta a espada, o papel o escudo, a aventuras e desventuras porque passamos e nos recriamos como pessoas, a virtude do saber explorar, a inquietude de não saber expressar, a incumbência que cabe nas mais simples e complexas mensagens, o rodeio e a amistat… tudo me completa e me faz viajar ao mais longínquo dos céus

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