segunda-feira, 26 de março de 2007

Se não se experimentar nunca se sabe o que ela é

Pensamento do dia
Senão fosse a incumbência de ter amado, nunca saberia o que é amar… tudo e mais que tudo, como no amor, é a afecção que temos pelas pessoas, paixão/amor/sexo… a realidade que se consciencializa é poder ser suportado por uma paixão, quando temos alguém para proteger, sentimo-nos maiores e isso dá fulgor ao que antes era o ardor de nunca ter amado, a paixão é o ideal que leva a supremacia de se ter objectivos quando a distância é grande… quem nunca sentiu um amor, mesmo que platónico, nunca foi nada na vida, porque gostamos da pessoa e queremos que esta tenha o melhor…
Mas o amor também pode ser derivado de aprendizagem ou consonante pelo simples facto de estarmos muito tempo com a pessoa, aprendemos a gostar, quando amamos, tudo gira á nossa volta e tira-se o sentimento de partilha do sabor e das banalidades da vida que se tornam num dos maiores valores, aprendemos a ser amados e assim conseguimos que a nossa pessoa faça parte de nós

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