segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Uma lágrima no rosto

Uma lágrima no rosto, que custa a escorregar por estar tão concentrada na felicidade de um dia a renovar, por sentir, por poder expressar-me, por viver neste mundo, que é um mundo lindo, de paz, ao ouvir, ao olhar, ao tocar, sentir um arrepio no osso e derivar, se alguma vez se tiver que escolher… que seja viver! Porque esta vida tem muito mais para dar que uma necessidade de nos deixarmos ir abaixo, porque também faz parte dela, sentirmo-nos em picos altos e baixos, de uma partitura que só chega ao fim quando se chega ao estado em que de um baixo a rolar constante se chega ao fim e se lê END, mas que se denota que é o fim e que não se canta

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